O dia mal terminou e todos começaram a trabalhar, naquela época eram poucos que trabalhavam de dia, quase ninguém para falar a verdade. O horário comercial passou a começar às 20h e terminava por volta das 6h da manhã, era a nova ordem de sobrevivência, a nova organização da sociedade.
Tudo aconteceu após o astro-rei, o sol, se rebelar contra os seres humanos, na verdade, os humanos que provocaram sua ira durantes milênios, e agora a mãe Terra já não consegue nos proteger como antes. O horário mais gelado do dia é por volta das 00h, quando no inverno ficamos por volta de 20º C e no verão bate quase 30º, se é assim a meia noite, imagine você ao meio dia. Não há vida nas ruas, coloque a ponta do nariz para fora de casa e ficará sem a ponta do seu nariz, ele derreterá, super aquecerá como se estivesse em uma panela em alto ponto de ebulição.
Nesta época que vivemos hoje, os homens se acostumaram a viver de noite, a conviver a noite, a se divertir mais a noite, o que antes era prazer apenas dos jovens e rebelados, hoje é de uma civilização inteira. Na verdade, em alguns pontos houve inversão de valores, jovens morrem aos montes tentando se aventurar ao sol da manhã, o que era de se esperar, uma instinto de saudade bate no coração dessa geração, muita coisa mudou, mas o instinto jovem de ser diferente jamais mudará.
Quatro amigos, com seus vinte e poucos anos recém completados, possuem esse espírito aventureiro, e quando todo mundo vai dormir antes do início da manhã, para não correr riscos de saúde com superexpesição ao sol, eles desafiam a natureza e a si próprios em caminhadas aventureiras que ultrapassam os limites da física e da química.
É certo, que nessa época em que esta história acontece, o ser humano já está ultra evoluído em questão de informação e conhecimento, jovens com 20 anos já costumam ser pós-doutores. A informação nasce, praticamente, tatuada em suas peles. Esse era o caso de um desses jovens destemidos, Diana, filha de pais cientistas, seguiu a mesma estrada dos pais, Diana, era bipolar, passava do estado introvertido para extrovertido de uma hora para outra, alem de superdotada era hiper solidária, não costumava ter os chiliques que os superdotados costumam ter, era fascinada por tecnologia e seguia a moda daquela época, implantava telas pelo corpo, puxou esse costume de sua mãe, Diana, aos 5 anos de idade já tinha uma retina de 3 polegadas, com 64 Terabytes para guardar de informação implantada a cima do seu pulso, no lado de dentro do seu braço, era uma extensão do seu cérebro, lembra um relógio, acessório usado hoje, apenas, por tribos vintages. Diana desenvolveu um capacete refratário capaz de rebater o calor com viseira computadorizada feita de papel digital com bloqueadores de raios megavioletas e ultraazuis, luz que ameaça os humanos, essa tela passa informações úteis tais como: temperatura, data, posição GPS, entre outras utilidades instaláveis. Ela dedicou 500 horas nessa experiência, já estava na quinta versão do projeto e agora ela está prestes a finalizar mais 3 cópias destas supermaravilhas, um para cada amigo, o objetivo é simples e claro: se divertir as claras por aí.
CONTINUA...
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quarta-feira, 21 de março de 2012
sexta-feira, 5 de junho de 2009
11 de abril de 1985

Pô, bem no dia que eu nasci já tava rolando greve, agora entendo minhas revoltas sociais, o clima tá no sangue.

Outro site interessante que não tem nada a ver com greve, mas tem a ver com datas especiais é este aqui, lá dá pra descobrir qual era a música #1 na Billboard na data que você consultar.
No dia 11 de Abril de 1985 a música numero 1 era We are the world. Me senti a promessa de um mundo melhor! rs

segunda-feira, 13 de abril de 2009
O que o vinho e o gato tem em comum
O vinho é uma especialidade da arte de beber, uma vez que se utiliza peculiarmente de uma fruta, a uva, para derivar a bebida. São diversos os tipos de vinho, conseqüência clara das diversas uvas que podem ser criadas na terra, daí saem os principais tipos de vinho, os bem docinhos: os chamados adamados, e os clairet: aqueles mais leves, e tem também o Demi-Sec: esses são aqueles que descem raspando de tão seco.
O vinho é uma bebida alcoólica bastante antiga, milenar, que já foi cultivada por muitas tribos, inclusive por acreditarem que o tal possui poderes afrodisíacos. E realmente, algumas taças a mais dão uma esquentada no clima e nos ânimos. Desde as épocas primordiais de sua existência, o vinho teve essa relação com o corpo humano e a alma, tanto pela fama de despertador da libido, quanto pelos estudos atuais que comprovam fazer bem. Hoje já são praticados banhos de vinho e mascaras de uva para a pele e dizem também que faz bem ao coração, se tomado regularmente uma quantidade aproximada de um calice por noite.
Especialistas em vinho, os enólogos, conseguem perceber a qualidade da bebida através de sua cor, aroma e textura, e há quem seja enomaníaco, ou seja, aquele ser fissurado por vinhos. Só não conheço nenhum e não sei se o enomaníaco é um bêbado de vinho ou apenas um deslumbrado por tudo o que o vinho cerca. Serão todos os enólogos enomaníacos? Acho que não, senão não existiriam os dois termos.
Nos restaurantes, podemos encontrar a variedade de vinhos no menu, a chamada carta de vinhos, lá se costuma encontrar, sempre, os chilenos e argentinos, pois têm fama de melhores do mundo. O vinho tem sua origem na Grécia, mas nós latinos aqui, conseguimos superar as expectativas, inclusive os vinhos brasileiros, aproveitando para puxar sardinha, em meio a um espasmo patriota, os brasileirinhos estão muito bem cotados nesse universo enótico paralelo. Há sempre quem aposte.
Quando for pedir para provar um vinho de qualidade, se não tiver nenhum amigo sommelier, aquele que cuida da carta de vinhos de um restaurante, para te dar dicas das melhores combinações de sabores e safras, peça ajuda para o sommelier da casa, acredito que após alguns minutos de conversa sobre o seu paladar, ele saberá indicar um modelo, marca, garrafa, que faça você apreciar ao máximo a escolha combinada à culinária que você escolheu.
Diz a lenda urbana, que reconhece-se a qualidade de uma bebida no dia seguinte, se não houver dores de cabeça a bebida era boa, e assim acontece com os vinhos também, se não quiseres passar um dia inteiro com dores, se preocupando em beber água de hora em hora para curar a ressaca, não arrisque o Chapinha, ou o conhecidíssimo Natal, mais de 3 taças farão você lembrar dele o dia inteiro seguinte. Entretanto, caso só tenha este na casa e o importante for aquecer o momento, eles fazem acontecer perfeitamente também, não se preocupe, uma ressaquinha não faz mal a ninguém.
E para finalizar a investida de hoje, sobre o vinho, quando tiver oportunidade, preste atenção na variedade imensa de vinhos que estão a venda nos grandes mercados de marca, parecem ser centenas de rótulos, tento me lembrar de alguns agora, mas só me vem a cabeça o clássico Vinho do Porto, sempre bem falado, e um curioso que se chama O Gato, este talvez ficou gravado porque tenha um gatinho ilustrado, bem bonitinho com traços charmosos, uma graça. Ainda não tive oportunidade de beber O Gato, não sei se ele dá ressaca no dia seguinte, se o sabor vai agradar ou se terá a chance de ser servido num momento especial, mas ele já tem um lugar guardadinho na minha mente. Agora fico no aguardo tranqüilo ansioso pra saber o que o destino vai aprontar com a imagem que tenho daquele vinho do gatinho no rótulo.
O vinho é uma bebida alcoólica bastante antiga, milenar, que já foi cultivada por muitas tribos, inclusive por acreditarem que o tal possui poderes afrodisíacos. E realmente, algumas taças a mais dão uma esquentada no clima e nos ânimos. Desde as épocas primordiais de sua existência, o vinho teve essa relação com o corpo humano e a alma, tanto pela fama de despertador da libido, quanto pelos estudos atuais que comprovam fazer bem. Hoje já são praticados banhos de vinho e mascaras de uva para a pele e dizem também que faz bem ao coração, se tomado regularmente uma quantidade aproximada de um calice por noite.
Especialistas em vinho, os enólogos, conseguem perceber a qualidade da bebida através de sua cor, aroma e textura, e há quem seja enomaníaco, ou seja, aquele ser fissurado por vinhos. Só não conheço nenhum e não sei se o enomaníaco é um bêbado de vinho ou apenas um deslumbrado por tudo o que o vinho cerca. Serão todos os enólogos enomaníacos? Acho que não, senão não existiriam os dois termos.
Nos restaurantes, podemos encontrar a variedade de vinhos no menu, a chamada carta de vinhos, lá se costuma encontrar, sempre, os chilenos e argentinos, pois têm fama de melhores do mundo. O vinho tem sua origem na Grécia, mas nós latinos aqui, conseguimos superar as expectativas, inclusive os vinhos brasileiros, aproveitando para puxar sardinha, em meio a um espasmo patriota, os brasileirinhos estão muito bem cotados nesse universo enótico paralelo. Há sempre quem aposte.
Quando for pedir para provar um vinho de qualidade, se não tiver nenhum amigo sommelier, aquele que cuida da carta de vinhos de um restaurante, para te dar dicas das melhores combinações de sabores e safras, peça ajuda para o sommelier da casa, acredito que após alguns minutos de conversa sobre o seu paladar, ele saberá indicar um modelo, marca, garrafa, que faça você apreciar ao máximo a escolha combinada à culinária que você escolheu.
Diz a lenda urbana, que reconhece-se a qualidade de uma bebida no dia seguinte, se não houver dores de cabeça a bebida era boa, e assim acontece com os vinhos também, se não quiseres passar um dia inteiro com dores, se preocupando em beber água de hora em hora para curar a ressaca, não arrisque o Chapinha, ou o conhecidíssimo Natal, mais de 3 taças farão você lembrar dele o dia inteiro seguinte. Entretanto, caso só tenha este na casa e o importante for aquecer o momento, eles fazem acontecer perfeitamente também, não se preocupe, uma ressaquinha não faz mal a ninguém.
E para finalizar a investida de hoje, sobre o vinho, quando tiver oportunidade, preste atenção na variedade imensa de vinhos que estão a venda nos grandes mercados de marca, parecem ser centenas de rótulos, tento me lembrar de alguns agora, mas só me vem a cabeça o clássico Vinho do Porto, sempre bem falado, e um curioso que se chama O Gato, este talvez ficou gravado porque tenha um gatinho ilustrado, bem bonitinho com traços charmosos, uma graça. Ainda não tive oportunidade de beber O Gato, não sei se ele dá ressaca no dia seguinte, se o sabor vai agradar ou se terá a chance de ser servido num momento especial, mas ele já tem um lugar guardadinho na minha mente. Agora fico no aguardo tranqüilo ansioso pra saber o que o destino vai aprontar com a imagem que tenho daquele vinho do gatinho no rótulo.
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