quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Fatos do seu dia
terça-feira, 24 de agosto de 2010
A ligação das pessoas
A comunicação e o convívio entre as pessoas está em sua fase de ascensão exponencial, as relações das pessoas se misturam com a expressão de cada ser humano, e isso nos coloca numa nova era, onde a troca de informação tem que ser agradável para todos, tanto informal quanto empresarial, seja em conteúdo e estética, a mensagem deve ser direcionada para quem quer ouvi-la, apreciá-la, só assim ela terá a relevância que o Google tanto promove e vende, só assim ela permanecerá e multiplicar-se-a.
A internet trouxe esse poder, da agilidade, do compartilhamento, a cada ano que passa mais e mais pessoas estão aprendendo e agregando montantes de informação, novas chegam para compartilhar suas vidas, histórias, saberes numa grande rede onde todos tem acesso.
Como acertar os ponteiros para que no meio do caminho tudo ocorra bem e o destinatário entenda, aprecie e replique o que o remetente lhe informou? A internet possui tantos ruídos, que muitas vezes se transforma num telefone sem fio ou pior, num grande labirinto.
As redes sociais contribuem para que as pessoas se entendam de forma extremamente eficaz e chega a ser lindo, pois com uma estrutura concreta e racional conversa sutilmente de forma lúdica, ao propor criatividade unida a inovação, assim como as grandes Facebook, Twitter e Orkut e muitas outras que nascem a cada momento.
As pessoas querem se encontrar, contar histórias, cada uma da sua maneira e trocar suas experiências de forma inusitada, diferente, muitas vezes artística.
É uma revolução social, uma vez que todos os tradicionais costumes da sociedade como moda, política, gastronomia, educação, entretenimento, todos aderiram, e cada vez mais irão se inserir nesta nova ferramenta, para se manterem vivos e motivados a inovar sempre, direta e rapidamente, através da ação coletiva e co-participativa.
Essa revolução digital é otimista em meio a tanta disfunção que ocorre no mundo. Inclusive a mídia social também ajuda a reverter esses processos com campanhas, atitude, palavras, conselhos, recomendações, tá tudo lá, basta pensar sobre, ter uma inspiração, empurrãozinho para procurar e saber que aquela ajuda existe.
A criatividade para criar relevância na vida das pessoas é o segredo que atrai, sempre foi assim e sempre vai ser, desde pequenos, somos acostumados a gostar daquilo que nos dá mais prazer, e hoje com a internet é igual, com a diferença de que tem muitas coisas para escolher e gostar, e o nosso cérebro já criou uma imensa capacidade tão rápida e inteligente de filtrar e selecionar o que gostamos de forma inconsciente, sem percebermos, é aí que o design entra, com cores e desenhos em sintonia, a música, a fotografia, a arte, as palavras bem escolhidas, a hora certa de dizer a verdade, de fazer suspense, de ser atual, de ser nostálgico, é aquilo que os americanos chamam de "feeling". Traduzindo ao pé da letra fica: sentindo, que define bem o conceito de rede social, de tem base no questionamento das pessoas. O que você está sentindo agora? Aqui na internet, nessa enorme sociedade virtual, sempre tem alguém disposto a entender o que você está sentindo, fazendo, querendo, pensando, e quando o incomum se cruza, chega a ser lindo de ver como, inconscientemente, naturalmente as coisas acontecem.
Postado originalmente em: Mídia Social Criativa
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Reflexão: 7 vidas do jornalismo (resposta à Folha)
sábado, 8 de maio de 2010
Na madruga
domingo, 2 de maio de 2010
Madrugada na paulista
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Ônibus social
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Mensagens de Exibição do MSN
domingo, 18 de abril de 2010
Assaltaram a casa da vizinha
terça-feira, 9 de março de 2010
Ônibus em Diadema
Passou um e nada, no segundo com a mesma placa de destino eu tive que parar e perguntar: “Ei você vai pra Dom João VI?” O de traz vai, com placa vermelha, esse aqui faz outro caminho – Respondeu o motorista. Que diacho, antes só tinha uma linha que passava aqui, agora tem duas?
O bendito microônibus com placa vermelha chegou, estava sozinho no ponto, mas um minuto antes dele chegar, aparecem duas pessoas, ofereci a entrada para uma mulher, ela recusou dizendo que eu poderia entrar na frente, fui logo entrando, sem lugar para sentar antes da catraca, tive que ficar em pé pegando as moedas da carteira (deveria ter separado antes, eu sei), parando a fila, e o motorista sem esperar já foi logo andando sem esperar que todos pagassem, me equilibrei horrores pra pegar o dinheiro e ficar de pé no busão, até que consegui e passei da catraca.
Quando tive tempo de perceber quem estava lá na viagem comigo: um casal jovem de namorados, os dois cabeludos, ela loira, bonita, traços finos, e ele só cabelo, seu rosto estava coberto, ele parecia se esconder no colo dela, fiquei curioso pra ver quem era, no final percebi que era um japonês nerd, ele tinha um livro nas mãos e ela um jornal que dizia algo sobre literatura na manchete. Sentei bem próximo a eles, tentei ler o jornal na mão dela e observei as outras pessoas, algumas de costas pra mim, outras ao lado.
Tentei encontrar alguém bonito e foi bem difícil, a salvar pelo casal, sem querer ser arrogante ou exigente, foi só um lapso de nostalgia, antes quando andava com mais freqüência de ônibus, eu via mais pessoas bonitas, conseguia até flertar muito raramente, mas hoje levei um choque, talvez fosse o sol quente demais que estava desanimando as pessoas, ou elas também tiveram que esperar demais pra pegar aquele ônibus e ficaram desanimadas, nenhuma pessoa daquele ônibus estava sorrindo, agora me pergunto, será que eu estava sorrindo?
No entardecer, ao pôr do sol, no comecinho da noite, novamente tive que pegar o ônibus do mesmo itinerário, só que dessa vez para voltar aquele destino que havia partido a tarde. Andei correndo por 6 quarteirões, olhando pra trás pra ver se via o meu amigo de rodas, jurei pra mim mesmo que iria chegar na oficina correndo, (aham, eram 6km, quem eu queria enganar?) no 7º quarteirão ele chegou e eu pude descansar um pouco, ainda bem, já tava dando aquela dor aguda no abdômen. Por incrível que pareça neste horário de pico o ônibus estava razoavelmente cheio, com espaços para sentar, mais uma vez tive que me equilibrar para pegar as moedas, R$ 2,50, pois de novo havia esquecido de separar. Observei novamente os passageiros, dessa vez havia sorrisos, de criança, mas ainda assim pouca beleza no busão, teve privilégio nas olhadas quem estava dormindo, cochilando na poltrona (eu ouço essa palavra "poltrona" e imagino conforto, totalmente ao contrário da cadeirinha safada do busão), o dorminhoco com ar de suspense, meio escondendo o rosto, passou a ficar bonito.
A cobrança e a crítica realmente fazem parte do coletivo, elas partem do desejo de melhora, e as enxergo com clareza, pois senti falta e creio que todos sentem também, dizer que a demora e a falta de conforto das cadeiras é o mínimo, poderia citar também a falta de cuidado do motorista, um mínimo de educação com um simples boa noite faria diferença na minha viagem, mas estamos no Brasil, entendo o clima estressado do fim de um expediente. Também desconheço tanta fixação pela beleza, principalmente da minha parte, eu só observo e quando percebo estou procurando por estética agradável, Vinícius deve mesmo ter me convencido de que ela, a beleza, é fundamental.
quinta-feira, 4 de março de 2010
O carro quebrou
Ainda faltava lidar com o mecânico, pessoa nada fácil, você tem que chegar com o peito estufado, dizendo que sabe o que está errado, e ele com toda sua destreza de mecânico te mostra que não é pau é pedra. Você desmancha o peito, faz cara de choro sem ele perceber, engole as lágrimas e discorda um pouco, concorda um outro pouco. Não ele não vai te dar nota fiscal, ele não paga tanto imposto quanto deveria, ele é esperto, ele é mecânico. Certo, ele conseguiu deixar funcionando, deu a desculpa da gasolina adulterada. Raios, onde já se viu São Paulo com gasolina pura?
Estou com trauma da estrada, não dá estrada em si, de ficar parado com um monte de ferro em forma de Palio atrapalhando os outros, mas vou lá, sou brasileiro. Olha, e não é que está funcionando, mas ainda escuto um barulho estranho, não há de ser nada.
Bairros, quarteirões, shopping, a madrugada é de novo a minha amiga. Eu só preciso abastecer, saco vazio não para em pé e carro vazio não desliza pelo asfalto. Melhor ir por cima para passar no posto logo, mas por baixo é mais fácil, tem aquele posto da mesma marca, confiável, acho que dá tempo de chegar até lá.
Ah não, agora não, por aqui não, o carro parou bem na frente da favela, o coração palpitou, quer dizer, a consciência quase me crucificou como quem diz: Eu disse! Eu avisei, agora deixa o carro aí, vai andar a pé 4 quarteirões inteiros, perto da favela onde policiais são famosos por seus crimes, vai lá no posto da maior distribuidora do país, aquele que você queria boicotar porque suspeita corrupção, aproveita e reza um pouco pra que nada te aconteça na calada da noite.
Depois de 3 litros de gasolina ADITIVADA, como se tivesse uma enorme diferença das outras, uma cena de policiais enquadrando dois motoqueiros, pessoas estranhas na rua e o calor depois de andar 4 quarteirões inteiros, o carro voltou a andar, mesmo depois de derramar quase 1 litro na pintura e no chão, é culpa do desespero.
Direto pro posto colocar mais combustível, não falha, não falha, de novo não.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
carta para o amigo 2.
Mas eu dizia das saudades, saudade de quando falávamos de política com esperança, com o passar do tempo esse sentimento virou reclamação, acomodação, depois que o prazer ficou caro e esquecíamos da essência do prazer, passamos a lembrar dessa essência em relapsos de tempo, e agora para senti-la novamente eu vejo outros olhos. Como é difícil encontrar olhos como os teus, como os teus jamais existirão, mas compreenda o que digo, a sincronia que você sabe o que eu sei, é rara nos olhos humanos, os olhos não se deixam aprofundar hoje em dia, são superficiais, muito ocupados.
Falávamos do Rio Tiête despoluído, imagina as árvores, o gramado, as crianças nadando, a cidade é a nova veneza do mundo, São Paulo amadureceu definitivamente, e agora é uma cidade charmosa e voraz, como sempre foi. Devaneios.
Os meus sonhos e caprichos preciso vendê-los para quem não os conheça, quem vai me mimar? Alguém que olhe a minha aparência e opine o certo. Me deixe congruente.
Eu vinha falar de saudades, das tuas sábias palavras, analogias, gírias e sotaques e mais uma vez o meu ego quase que atrapalhou. Quero te contar como eu vejo o mundo daqui, só que tem que ser de uma forma bem bonita, como você jamais sentiu vindo de mim.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Piada com o Lula via e-mail
Eu fiz questão de preservar o nome do amigo que me enviou por e-mail, mas se você quiser ser citado, me avise que dou um update aqui. A formatação é a original para não perder a essência do que senti na hora que recebi e terminei de ler...
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domingo, 3 de janeiro de 2010
Avatar
Quem disser que saiu do cinema sem querer ter seu Avatar está mentindo feio. Eu sempre tive meus avatares, desde a época dos Cavaleiros do Zodiaco, eu tomava a personalidade de um deles emprestado, sonhava com aquilo e esperava o dia em que se tornaria real, foi assim com muitos outros roteiros japoneses, alguns americanos e pra ser sincero, e infelizmente, muito poucos brasileiros.
Avatar é um filme de guerra, com características exageradas de guerra, principalmente pelos personagens desse núcleo, e fala de consciência. Avatar é um desejo de evolução, é uma junção de vontades humanas de Cameron e muitos outros humanos: poder voar, domar feras, escutar verdades e árvores. Eu consegui ver James Cameron, em pouco mais de duas horas, ele passou sua mensagem, mostrou o que está enxergando, chutou uma solução e foi buscando no escuro a motivação para evoluir. Ele fala de contato eletroquímico (as sinapses fazem isso) via mãos, cabelo? É realmente um sonho, real em Avatar. A trilha cresce com o filme, é a evolução da de Titanic, muitos instrumentos, só que dessa vez em sinfonia moderna, acredito ter escutado a voz da Celine Dion nos créditos do filme, os efeitos são indescritíveis, a imaginação é poderosa, as cores são brilhantes.
Eu sou suspeito pra falar, pois sou apaixonado pela sétima arte, eu choro com o pior dos roteiros, seja pela beleza ou pela estupidez, mas Avatar é romântico, então é quase impossível uma alma lírica não chorar com um monte de verdades elevadas a ficção.
Ah, tem o detalhe do 3D: resumindo foi legal. Simples assim. As vezes parecia que tinha um equipamento da NASA perto de mim ou várias moscas voando ao meu redor, enfim, nada de muito mais, o pior é que tive que devolver os óculos.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
carta para o amigo.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
CPF na nota?
domingo, 18 de outubro de 2009
Os CDs estão morrendo.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
O espelho beijado
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Quase amor
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Domingos Leme
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Correria pela grama
Subjetivar o que é explicito.
A ordem que mudou de tom.
Faz valer porque é preciso.
A demanda é bem clara.
Falta voz nesta praça.
Se os recursos são escassos.
Os ventos vão por outros lados.
Todo mundo quer esse lugar.
Há quem sabe e quer jogar.
Espalhar voz nos ventos é sentimento.
Honestidade gera movimento.
O barulho causou tremor.
Assusta e seleciona a minoria.
Se o mundo correr pro mesmo lado.
É amigo, vai ficar apertado.
A cuca quebra toda hora.
Tentando errar todos os foras.
Pra acertar antes da hora.
Igual os gênios de outrora.
Com grama na mão.
Você faz parte do jogo.
Pise e corra sem pressão.
Sentirás o vento em teu rosto.
